Antes de escolher uma única ação, a primeira pergunta de qualquer swing trader deveria ser: que fatia do meu capital total estou disposto a dedicar a isto, e que fatia desse capital estou disposto a perder numa única operação?
Capital de trading vs. património total
É boa prática separar claramente o capital dedicado a trading ativo do resto do património (poupanças de emergência, investimentos de longo prazo, etc.). Só o capital que podes dedicar a esta atividade — e cuja perda parcial não compromete a tua situação financeira — deve entrar nesta equação.
Risco por trade: a variável mais importante
Depois de definido o capital de trading, a decisão seguinte é quanto arriscar por operação — normalmente entre 0,5% e 2% desse capital, sendo 1% um valor de referência comum (ver o artigo “A Regra do 1%” neste glossário). Esta percentagem, combinada com a distância entre entrada e stop-loss, determina o número de ações a comprar (position sizing).
Este cálculo é feito antes de olhar para o potencial de ganho — porque o risco é a única parte da equação que controlas por completo no momento de entrada. O retorno, esse, o mercado decide.