É um facto amplamente documentado, em várias economias, que uma parte significativa das empresas novas não sobrevive além dos primeiros cinco anos. As razões raramente se resumem a “má ideia” — envolvem, mais frequentemente, gestão de tesouraria, subcapitalização inicial e dificuldade em adaptar o modelo de negócio à realidade do mercado.
O que separa quem sobrevive
Empresas que sobrevivem aos primeiros anos tendem a partilhar características comuns: reservas financeiras suficientes para aguentar períodos sem lucro, disciplina na gestão de custos, e disponibilidade para ajustar o produto ou serviço com base no que o mercado realmente procura, em vez do que se imaginava inicialmente.